Durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2026, o livro Cartas Antirracistas para Negrorreferenciar as Pesquisas em Educação foi oficialmente lançado, reunindo autores, organizadores e leitores em torno de uma obra que propõe reflexões urgentes sobre educação e relações raciais no Brasil.
A obra, organizada por Luis Borges e Allan Rodrigues, reúne diferentes vozes acadêmicas e sociais que dialogam sobre práticas educativas antirracistas e a importância de negrorreferenciar as pesquisas em educação. O livro se destaca por sua construção coletiva, que articula experiências, pesquisas e perspectivas diversas em torno de um mesmo compromisso ético e político.
Um lançamento que ultrapassa o livro
O lançamento na Flip não se limitou à apresentação da obra. Ele se configurou como um espaço de debate e circulação de ideias, aproximando pesquisadores, professores, estudantes e leitores interessados na temática.
A presença de autores e organizadores no evento reforçou a relevância do livro dentro do cenário educacional e literário, ampliando seu alcance para além do meio acadêmico e fortalecendo sua inserção em discussões públicas sobre antirracismo e educação.
Além disso, o evento contou com o apoio do Sebrae, que contribuiu para a viabilização e fortalecimento das ações de divulgação e circulação da obra durante a feira, ampliando seu alcance junto ao público presente.
A força da construção coletiva
O trabalho de Luis Borges e Allan Rodrigues como organizadores é central para a existência da obra. Ao reunir diferentes autores, eles possibilitam a construção de um diálogo plural, no qual múltiplas experiências se encontram para pensar a educação a partir de perspectivas antirracistas.
Essa articulação coletiva evidencia como a produção acadêmica pode ser também um espaço de encontro, escuta e transformação social.
A Flip como espaço de circulação de ideias
A participação do livro na Flip 2026 reforça o papel das feiras literárias como ambientes fundamentais para a circulação de obras e debates contemporâneos.
Mais do que um evento de lançamento, a Flip se mostrou um espaço de encontro entre autores e leitores, onde o livro ganha novas camadas de sentido ao ser discutido, compartilhado e vivido em comunidade.
O lançamento também teve um momento especial na Casa da Leitura e do Conhecimento, onde a obra foi apresentada em um encontro mediado por Leandro Müller, diretor do NESPE, fortalecendo o diálogo entre educação, pesquisa e produção editorial.
Um livro que nasce para o diálogo
Cartas Antirracistas para Negrorreferenciar as Pesquisas em Educação se insere em um movimento mais amplo de produção de conhecimento comprometido com a transformação social.
Seu lançamento na Flip 2026 marca não apenas a chegada de uma obra ao público, mas o início de sua circulação em diferentes espaços de formação, pesquisa e debate.
Mais do que um lançamento, um convite ao diálogo.